Segunda-feira e muita preguiça... dizem que é um mal comum! Gostava de ter uma espécie de comprimido que se pudesse tomar e, de repente, ficava-se extremamente produtivo, mesmo que fosse uma manhã cinzenta de segunda-feira. O local de trabalho, o ambiente que nos rodeia, é algo que ajuda bastante. Mas, nos dias que correm, é mais fácil encontrar distracções do que factores que impulsionem a concentração.
O facto de ter um computador como instrumento essencial para o trabalho, e necessitar da internet para quase tudo, abre as portas a uma imensidão de coisas mais divertidas para se fazer. Cliente do twitter sempre actualizado, messenger ligado, todas as feeds de RSS a gritar "read me! read me!"... tudo isso pode ser desligado, sim, mas isso só leva à sensação de estar desconectado e aumenta a curiosidade em ver o que se está a passar. É mais fácil ignorar um pop-up do twitter, do que ficar na dúvida, com vontade de ir ver se há novidades...
Depois há o tempo que se perde a pesquisar sobre várias maneiras possíveis de aumentar a produtividade. Acho que todos esses sites deviam ter um "disclaimer" que nos avisasse: a melhor maneira de aumentar a produtividade é não perder tempo a procurar como o fazer.
Os locais de trabalho são, na minha opinião, o mais importante. Estar na biblioteca da faculdade, por exemplo, incentiva-me muito mais ao trabalho do que quando estou numa sala qualquer de computadores da FEUP, com dezenas de pessoas nos hi5's, a ver trailers ou animé ou ajogar qualquer coisa no miniclip. Até num café (embora só em alguns) consigo trabalhar melhor do que nessas salas. Em casa, nem se fala... trabalhar em casa é, para mim, um mito. Algo que só acontece aos outros. Prefiro ficar mais um pouco na faculdade a terminar alguma coisa, do que deixar "para fazer em casa"...
De qualquer modo, já tenho em mente o meu plano de trabalhos para hoje, que tenciono realmente cumprir. Conhecendo o tipo de ambientes em que trabalho melhor, é mais fácil conseguir a disciplina de trabalho necessária, tendo em conta o universo de adversidades à produtividade!
27 de outubro de 2008
20 de outubro de 2008
Linhas tortas
Muito tempo depois do último post, eis que regresso para um pequeno update. Passou o verão, começaram a cair as folhas das árvores e tem estado, em geral, mais quente do que em muitos dias de Agosto. Seguiu-se a fase de candidaturas a projectos e dissertações... da qual resultou numa escolha difícil, na altura, mas que me parece ter sido a melhor opção. Já comecei a trabalhar e estou interessado no tema, o que é bastante positivo (por oposição à maioria dos temas de projectos, que não me agradaram muito). Resultado: mais umas semanas de trabalho na FEUP.
Ter escolhido dissertação implica um maior sentido de responsabilidade e, acima de tudo, auto-disciplina. Não tendo a pressão característica de um emprego, há uma tendência ilusória de pensar que há menos trabalho a fazer... Assim sendo, voltar ao trabalho. Muita coisa para ler ainda hoje, penso que me vou enfiar no café com os PDF's impressos e o iPod.
Ter escolhido dissertação implica um maior sentido de responsabilidade e, acima de tudo, auto-disciplina. Não tendo a pressão característica de um emprego, há uma tendência ilusória de pensar que há menos trabalho a fazer... Assim sendo, voltar ao trabalho. Muita coisa para ler ainda hoje, penso que me vou enfiar no café com os PDF's impressos e o iPod.
30 de junho de 2008
Mariza, no Metro
Muitas vezes, vemo-nos rodeados de um pessimismo derrotista de que "isto está mal". Quanto desse pessimismo nos é passado pela imprensa? Não seria bem melhor pensar que "isto vai melhorar"? O jornal Metro de hoje evidencia o que de bom acontece no mundo. E depois de ler um jornal assim, pergunto-me por que motivo não existe à venda um jornal chamado "Bom Dia", que nos ajude a começar o dia com um sorriso em vez de nos tentar chocar com mais uma vítima de carjacking ou mais uma subida dos combustíveis. É óbvio que existe uma necessidade de informar as pessoas do que acontece no mundo, e é óbvio que nem tudo podem ser boas notícias. Mas por que razão se há-de dar mais importância aos sinais negativos do que aos positivos?
Honestamente, nunca pensei que convidar a Mariza para editar um jornal pudesse ter um impacto tão grande como teve no seu conteúdo. Gostava que o fizessem mais vezes, aliás, gostava que o fizessem sempre!
O jornal Metro de hoje pode ser lido integralmente na página oficial em www.readmetro.com
19 de junho de 2008
Ladytron - Versus

Distance versus time,
cutting verses down to size.
Focus versus tears versus
"How did I get here's"
versus curses in your eyes
Force of nature versus range,
nature versus what is strange
"There's a fire starting here"
versus "There's nothing to fear"
versus lonely versus safe
Like a kitten versus rain
A cathedral versus love versus shame
Free versus hard to see
versus, versus, versus me versus me
(Ladytron - "Versus")
Os Ladytron continuam excelentes como sempre. Embora não tenham um single tão comercializável como o "Destroy Everything You Touch" neste novo álbum Velocifero, as músicas estão simplesmente fantásticas e esta "Versus", que encerra o álbum, é sem dúvida o melhor exemplo disso. Extremamente recomendado!
12 de junho de 2008
4 de junho de 2008
LNPD: RSS on Twitter
A preparar-me para apresentar o trabalho de LNPD. Foi desenvolvida uma aplicação que permite actualizar automaticamente o Twitter sempre que o utilizador coloca um novo post no seu blog pessoal, a partir da feed RRS do blog. Experimentem!
RSS on Twitter: http://trmfreitas.com/lnpd/index.php/All/start
RSS on Twitter: http://trmfreitas.com/lnpd/index.php/All/start
29 de maio de 2008
The end is near...
Hoje, de um momento para o outro, apercebi-me de que tudo está a acabar. A última semana de aulas. Os últimos trabalhos para entregar. Os últimos relatórios. Os últimos exames. De repente, apercebi-me de que o semestre passou mesmo depressa. Apercebi-me que, aquela vontade de acabar isto o mais depressa possível, se tornou em nostalgia momentânea. Apercebi-me de como o curso, afinal, até passou depressa. Não é que já esteja tudo feito, ainda há muito por fazer. Mas aproxima-se o prazo para que tudo acabe, aproxima-se a uma velocidade alucinante.
Onde é que está o trailer da próxima temporada?
Onde é que está o trailer da próxima temporada?
8 de abril de 2008
A demanda
6:30 - telemóvel a despertar
7:15 - apanhar camioneta para o Porto
7:45 - estação de S. Bento, esperar pelo pessoal
8:00 - partida do Porto
8:45 - chegada a Guimarães
8:55 - fila de 25 pessoas à nossa frente
9:35 - BILHETES!!!
7:15 - apanhar camioneta para o Porto
7:45 - estação de S. Bento, esperar pelo pessoal
8:00 - partida do Porto
8:45 - chegada a Guimarães
8:55 - fila de 25 pessoas à nossa frente
9:35 - BILHETES!!!
27 de março de 2008
Portishead - Coliseu do Porto
É complicado encontrar palavras depois do concerto de ontem...
Com uma sala esgotada, repleta de fãs que não viam um concerto deles há mais de 10 anos e fãs que nunca tiveram a oportunidade os ver, os Portishead foram recebidos com euforia. Do alinhamento fizeram parte alguns dos grandes clássicos como "Wandering Star", "Roads" e "Sour Times", juntamente com vários temas do novo álbum, que está prestes a ser lançado no mercado. Sem conhecer nada do novo álbum Third, com a única excepção do single Machine Gun, fiquei com uma impressão bastante positiva daquilo que ouvi: conseguiram criar algo que, sem fugir do universo sonoro que caracteriza a banda, soa a algo completamente novo. "The Rip" foi, para mim, a maior surpresa e um dos momentos altos do concerto, que encerrou com a fantástica "We Carry On" e a Beth Gibbons entregando-se completamente ao público, descendo do palco para cumprimentar tantas pessoas quanto conseguiu, na fila da frente! Um público eufórico, uma banda cheia de energia... um magnífico concerto!
Com uma sala esgotada, repleta de fãs que não viam um concerto deles há mais de 10 anos e fãs que nunca tiveram a oportunidade os ver, os Portishead foram recebidos com euforia. Do alinhamento fizeram parte alguns dos grandes clássicos como "Wandering Star", "Roads" e "Sour Times", juntamente com vários temas do novo álbum, que está prestes a ser lançado no mercado. Sem conhecer nada do novo álbum Third, com a única excepção do single Machine Gun, fiquei com uma impressão bastante positiva daquilo que ouvi: conseguiram criar algo que, sem fugir do universo sonoro que caracteriza a banda, soa a algo completamente novo. "The Rip" foi, para mim, a maior surpresa e um dos momentos altos do concerto, que encerrou com a fantástica "We Carry On" e a Beth Gibbons entregando-se completamente ao público, descendo do palco para cumprimentar tantas pessoas quanto conseguiu, na fila da frente! Um público eufórico, uma banda cheia de energia... um magnífico concerto!
18 de março de 2008
645
Foi, finalmente, lançado o videoclip para o novo single "645" dos The Gift e, curiosamente, não é mais do que uma actuação da banda ao vivo. No entanto, no caso da música em questão e o álbum em que se insere, penso que faz bastante sentido - afinal, o "Fácil de Entender" é um álbum gravado inteiramente ao vivo com duas faixas de bónus gravadas em estúdio, sendo uma delas este novo single promocional. O vídeo funciona mais como uma extensão do álbum do que um videoclip tradicional, mas cumpre na perfeição os seus objectivos, transmitindo toda a energia da música e uma imagem bastante real do que foram e são os concertos desta "Fácil de Entender Tour". Enjoy!
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